Publicada em 28.10.2015

Por meio da norma em referência, foram fixados os critérios sobre a contingência do recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para o contrato de trabalho doméstico, considerando a obrigatoriedade da inclusão a partir da competência 10/2015.

Assim, na impossibilidade de utilização do eSocial para realização do recolhimento unificado, devido pelo empregador doméstico, a Caixa Econômica Federal (Caixa) acatará o recolhimento específico do FGTS por meio da GRF Internet Doméstico disponível no portal eSocial (www.esocial.gov.br).

O recolhimento específico do FGTS viabilizará o recolhimento mensal das seguintes parcelas incidentes sobre a folha de pagamento:

a) 8% de recolhimento para o FGTS; e

b) 3,2% destinada ao pagamento da indenização compensatória da perda do emprego, sem justa causa, por culpa recíproca.

Os depósitos do FGTS definidos nas letras “a” e “b” incidem sobre a remuneração paga ou devida no mês anterior, a cada empregado, incluída a remuneração do 13º salário correspondente à gratificação de natal, observadas as demais orientações contidas na Circular Caixa nº 694/2015, inclusive quanto a data de vencimento que ocorre até o dia 7 do mês seguinte ao da competência, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês anterior, é antecipada para o dia útil imediatamente anterior na hipótese em que não houver expediente bancário no dia 07.

Nas rescisões de contrato de trabalho do trabalhador doméstico, o empregador deve observar que, para recolhimento rescisório referente às rescisões ocorridas até a disponibilização do evento de desligamento e DAE Rescisório, utilizará a GRRF Internet Doméstico no portal eSocial (www.esocial.gov.br), verificando as demais orientações de geração da GRRF contidas no Manual de Orientação ao Empregador - Recolhimentos Mensais e Rescisórios ao FGTS e das Contribuições Sociais, disponível no endereço www.caixa.gov.br, download, FGTS - Manuais Operacionais, e na Circular Caixa nº 694/2015, inclusive quanto à data de vencimento.

(Circular Caixa nº 696/2015 - DOU 1 de 28.10.2015)

Fonte: Editorial IOB

O Fisco paulista divulgou nova disciplina, aplicável a contar de 21.10.2015, para aplicação da redução da base de cálculo na prestação de serviços de telefonia fixa para empresas de call center, que executam os seguintes serviços terceirizados:

a) atendimento ao consumidor;

b) televendas;

c) agendamento de visitas;

d) pesquisa de mercado;

e) cobrança;

f) help desk; e

g) retenção de clientes.

Também foi revogada a Portaria CAT nº  65/2005 , que dispunha sobre o assunto.

(Portaria CAT nº  130/2015  - DOE SP de 21.10.2015)

 

 

Fonte: Editorial IOB

Fonte: Gallo Consulting.

Ter um negócio significa ter que desenvolver mil braços. Principalmente no início, os micros e pequenos empreendedores precisam assumir várias frentes a fim de garantir seu correto andamento da empresa. Além do mais, o número reduzido de funcionários colabora para essa situação.

Bom, é claro que determinadas questões são mais delicadas e, por que não dizer, mais chatas mesmo? Nem todo mundo tem afinidade com todas as áreas da organização. Isso é normal! “Anormal” é não se empenhar ou ignorar determinados conteúdos quando, no fundo, está claro qual será o resultado e quem vai se ferrar no final da história

A questão do dinheiro, por exemplo, ou melhor, da gestão financeira: conheço muitos novos empreendedores que nem sonham com os cuidados, contas e controles básicos necessários para manter uma empresa funcionando saudavelmente. É preocupante, pois mais cedo ou mais tarde eles terão de lidar com uma dura realidade, a realidade das contas, das cobranças e dos prejuízos. É melhor se preparar primeiro, estudar, enfrentar os “medos” e as disciplinas menos “divertidas” para só então abrir as portas.

Esteja certo de uma coisa, se você quer mesmo empreender tem de se acostumar a deixar a preguiça e as barreiras de lado. Proatividade é a alma do negócio! E, vale lembrar, que se tem uma área da qual não se deve desgrudar os olhos essa área é a financeira, afinal, se ela for mal todo o resto também irá.

Por isso, meu caro, não brinque em serviço. Observe o mercado, a concorrência e busque aprender com os erros deles. Faça diferente, faça melhor e vá mais longe!

Falhas comuns na gestão financeira

erros gestao financeira

1. Não registrar e analisar todas as operações: O que entra, o que sai, o que se deve, quando um pagamento feito a prazo vai “cair”, como anda o Fluxo de Caixa? Além disso, você sabe quais são suas despesas fixas e variáveis? Muitas empresas não sabem e se perdem logo no primeiro obstáculo. Sem ter o controle sobre essas e outras informações referentes às operações realizadas fica inviável fazer qualquer planejamento e até mesmo honrar com todas as obrigações.

2. Não ter controle sobre o estoque: Um dos fatores que compõe os preços dos produtos colocados à venda é o estoque. Mas sem saber a quantidade estocada de um mesmo item, sua data de validade e o espaço disponível para receber novos artigos, entre outros detalhes, corre-se o risco de definir uma precificação totalmente inadequada e ainda perder mercadoria e dinheiro. Uma boa gestão de estoque faz toda diferença na competitividade do negócio.

3. Misturar finanças pessoais e de outros negócios: Infelizmente isso é muito comum. Empreendedores que possuem duas empresas, por exemplo, tiram quantias de uma conta para aplicar na outra a fim de “tapar buracos” momentâneos. Mas geralmente as coisas se complicam, se misturam e saem fora do controle. O mesmo acontece quando entra em cena as finanças pessoais.

4. Não ter conhecimento sobre custos e despesas: Custos são a soma dos gastos com os bens e serviços que são utilizados para a produção de outros bens e serviços. As despesas, por sua vez, representam o valor empregado nos bens e serviços que são usados para a manutenção da atividade da empresa. Sem ter ciência sobre essas questões não se consegue definir uma política de preços coerente e competitiva, nem fazer economias e planos. Saiba mais no post Qual a diferença entre custo e despesa?.

5. Não contar com um sistema de gerenciamento: Planilhas, pastas, papéis e mais papéis. Para quê? Esse modelo antigo de gestão só torna o dia a dia mais burocrático, lento e cansativo. As informações ficam dispersas, os documentos podem ser perdidos ou roubados, as mesas ficam bagunçadas e as pessoas ficam à beira de um ataque de nervos. Há uma série operações e transações financeiras para controlar, são muitos detalhes! Sem um bom sistema gerenciamento fica difícil dar conta de tudo. Perde-se muito em praticidade, tempo e eficiência.

Você já cometeu ou comete algum desses erros na sua gestão financeira? O importante é identificar o problema e tomar uma atitude para corrigi-lo com prontidão. Vamos lá, ainda está em tempo!

 

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1. Ler: A leitura é um dos bens mais preciosos que podemos ter. Por meio dos livros mergulhamos em mundos diferentes, despertamos sentimentos, apuramos nosso senso crítico. Mas não pare nos livros: leia revistas, artigos da internet, receitas culinárias, manuais de instrução e o que mais estiver ao seu alcance;

2. Fazer programas culturais: Você está muito enganado se acha que não aprende nada indo ao cinema, teatro, museu, exposições de artes e outros lugares interessantes. A relação com esses universos faz nossa imaginação voar. Ter contato com o novo é essencial para que possamos ir além de nossos limites;

3. Criar um banco de ideias: Quantas ideias passam pela sua cabeça durante o dia? Você pode não perceber, mas muitas! Então, para não perdê-las, coloque-as em uma planilha. Esse registro já será um exercício de criatividade. A partir das ideias iniciais outras começarão a surgir e quando você menos esperar terá dezenas de novas possibilidades para os negócios;

4. Compartilhar, trocar experiências: Seja um interessado pelo ser humano. Converse com o pessoal da empresa, seja lá qual cargo cada um ocupa. Ouça sua opinião e valorize sua participação. Quanto mais a gente se relaciona, mais a gente cresce.

fonte: http://bobsoftware.com.br/4-atitudes-para-desenvolver-seu-lado-criativo/

Nascer é sempre um parto. Vir ao mundo, ou abrir uma empresa (em nossa linguagem), requer um grande esforço. O fenômeno da dilatação ou do corte ocorre, evidentemente, por meio de umprocesso doloroso que visa um bem maior.

Mas, como sabemos, os desafios não param no nascimento, pelo contrário, só começam com ele. A cada etapa surgem novas “montanhas” e, consequentemente, novos medos…

Lembra-se de como foi dar os primeiros passos? As pernas ainda bambas, os movimentos lentos, a falta de direção e, enfim, o medo de cair. Na realidade de um empreendedor não é diferente.

Começar um negócio exige sempre muita coragem e esforço. Naturalmente, os primeiros passos também são os mais difíceis, tímidos e inseguros. Porém, como já são, na verdade, bem crescidinhos, eles precisam ser inteligentes e recorrer a ferramentas que sirvam de apoio estratégico à sua atuação, como o Planejamento. Tá certo, ele pode não resolver tudo e não impedir algumas “quedas”, mas que reduz os riscos, ah, isso reduz!

As dicas dos grandes

Como sempre digo aqui, observar pessoas e negócios de sucesso ajuda a gente a aprender algumas lições e tirar alguns exemplos. Ok, você pode pensar: “Ah, mas são grandes companhias e o que eu tenho ainda é bem modesto!”. Oras, mas qualquer empresa grande teve de começar pequena, não? Então, sua história, suas estratégias e ensinamentos servem para nos dar alguns direcionamentos sim.

Ah, e diga-se de passagem que a questão do Planejamento sempre está envolvida nesses casos bem-sucedidos. Veja você mesmo, entre outras dicas, o que defende os 12 grandes empresários a seguir:

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1. Caito Maia, da Chilli BeansMantenha-se próximo à base – Para ele, um empreendedornão pode distanciar-se do balcão. Como afirma: “Quanto mais eu toco no micro, o macro fica monstruoso”;

2. Guilherme Paulus, da CVCEsteja sempre preparado – Embora considere o Planejamento essencial para o sucesso, ele pondera que nem sempre é possível prever tudo o que acontecerá. Nesse caso, então, é necessário estar preparado para lidar com o inesperado;

3. Carla Sarni, da SorridentsIdentifique problemas potenciais – Segundo ela é importante que o empreendedor consiga enxergar em quais setores ele pode perder o controle para, a partir daí, travar a operação a tempo;

4. Romero Rodrigues, do BuscapéNão tenha medo de errar – Em sua visão os bons resultados surgem do Planejamento, da ousadia e até mesmo dos erros cometidos;

5. Ricardo Garrido da Companhia Tradicional de ComércioInvista em treinamento – Ele e seus sócios investem bem no treinamento de seus garçons, os quais consideram como osmaiores agentes de marketing à disposição do negócio;

6. Isael Pinto, da General BrandsEvite sistemas de crédito – O empresário conta que sempre reinvestiu o lucro ou usou as próprias economias para fazer seu negócio caminhar. Em sua opinião, as pequenas empresas devem seguir o mesmo caminho antes de recorrer às linhas tradicionais de crédito ou ao apoio monetário de fundos de investimento;

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7. José Efromovich, da AviancaAprenda com o caminhar – Com um início improvável no ramo da aviação, José Efromovich conta que cometeu muitos erros nessa área, mas que não desistiu;

8. Bruno Caravati, da FiskReaja à concorrência – Para ele a concorrência obriga a empresa a aprimorar o trabalho. “Tem de ter alguém nos seus calcanhares para que você seja sempre melhor”, afirma;

9. Miguel Krigsner, do Grupo O BoticárioNão misture família com negócios – Seu sócio é o cunhado, e para manter as relações familiares e profissionais saudáveis, eles mantem o pacto de não falar sobre a empresa nos almoços de domingo;

10. Jae Ho Lee, do Grupo OrnatusObserve seu público-alvo – Com empresas de acessórios e alimentação no portfólio, o empresário vê na mulher o ponto de encontro das suas marcas;

11. Lindolfo Martin, da MulticoisasTeste primeiro – Para quem pretende transformar sua marca em franquia, ele aconselha testar antes a realidade do franqueado;

12. Robinson Shiba, da TrendFoodsMantenha um bom relacionamento – Como um dos destaque do sucesso de seu grupo, ele cita o relacionamento com os franqueados, afirmando: “Eu gosto de gente”.

Retirado http://bobsoftware.com.br/12-dicas-para-pequenas-empresas-dadas-por-empresarios-de-sucesso/ - Pedro Gadelha.